Thierry Meyssan Aproxima-se o momento em que terá que se aceitar a derrota ocidental na Ucrânia. O Presidente Trump está decidido a substituir Volodymyr Zelensky, que fez aliança com organizações criminosas que lutam contra os Estados Unidos. O Exército russo continua a avançar. Musk, que proíbe o uso da rede Starlink para atacar e matar civis, acaba de abrandar o seu ritmo na Ucrânia. A Rússia está a ponto de atingir o seu objectivo militar. Resta saber o que vão fazer os Europeus para mascarar o seu fracasso? A Rússia levou muito tempo cumprir o papel que a Resolução 2202 do Conselho de Segurança [ 1 ] lhe havia fixado e a desencadear a sua “operação militar especial” na Ucrânia. É verdade que os seus parceiros alemão e francês, igualmente designados como potências garantes dos Acordos de Minsk não fizeram a propósito. O Presidente Vladimir Putin até repreendera o oligarca Konstantin Malofeïev que, em nome da Santa Rússia, havia recrutado cossacos para vir em ajuda dos ...
Por Diego Herchhoren Como qualquer automação, a filosofia de projeto de sistemas de segurança de alta velocidade é projetada precisamente para que uma falha humana isolada não leve a uma tragédia. Para que ocorra um acidente como o de Urda (Toledo) ou Adamuz (Córdoba), é preciso primeiro penetrar e violar até três níveis de segurança, os quais, seja por má manutenção ou sabotagem, foram omitidos, pois a prioridade é a continuidade do serviço comercial. A linha de alta velocidade Madri-Sevilha conta com diversos dispositivos de segurança que servem para evitar cenários como os que ocorrem nas ferrovias espanholas. Longe de ser um sistema de camada única, a segurança é concebida como um conjunto de camadas redundantes e concatenadas, onde cada uma é projetada para atuar caso a anterior falhe. O primeiro nível está no que é conhecido como Leit- und Zugbeeinflussung (LZB), que é o principal sistema de controle contínuo. Ele conhece a posição e a velocidade dos trens e pode ativar a...